1Salto de 5% no investimento mundial em TI: US$ 2,1 trilhões em 2014
A crescente adesão aos dispositivos móveis segue sendo uma das principais fontes de ganho. Além da mobilidade, este ano os custos com servidores, armazenamento, redes, softwares e serviços cairão consideravelmente em relação a 2013, o que deve aumentar os lucros.
2 Mercados emergentes voltarão a crescer em dois dígitos
Não vale para o Brasil, onde economistas projetam crescimento econômico de apenas 2%, mas, segundo a IDC, os BRICs deverão avançar na casa dos 10% este ano, com destaque para a China. O grupo formado também por Rússia e Índia deve gerar aproximadamente US$ 740 bilhões, isto é, 35% do total das receitas do setor.
3 Android vs. Apple.
As vendas de smartphones devem subir 12% e a dos tablets, 18%. A expectativa é que o Android não só mantenha o reinado na mobilidade – campo em que detém mais de 80% do terreno – como aumente a distância para a Apple. O desafio para o sistema operacional do Google é fazer com que sua loja de apps fature tanto ou mais que a Apple Store. No ano passado, a maçã levantou US$ 13 bilhões só com apps. Longe da disputa entre os dois sistemas, a Microsoft enfrenta o desafio de convencer mais desenvolvedores a criarem aplicativos para Windows Phone.
4 Custos de serviços na nuvem disparam 25%
100 bilhões de dólares. Este é o montante que as empresas deverão desembolsar até dezembro para contratar mais data centers a fim de armazenar arquivos na nuvem. O avanço do setor leva à mais variedade de serviços específicos de infraestrutura.
5 Big data, sempre ele
Não se fala em outra coisa nas empresas que levam a TI a sério. A complexa tarefa de compilar e dar sentido a uma infinidade de dados impulsiona um mercado com potencial para movimentar US$ 14 bilhões apenas em 2014. No ano passado, durante uma palestra, a IBM considerou o Big Data o ‘novo petróleo”.
6 Internet das coisas
"Menina dos olhos" de Cisco e Intel, a internet das coisas é promissora. Até 2020, estima-se que a plena conexão entre aparelhos e objetos movimente nada menos que US$ 9 trilhões pelo mundo. O desafio, a partir de agora, recai sobre a necessidade de montar estruturas suficientemente potentes para massificar a conectividade.
olhar digital http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/39673/39673
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