Os genuínos cupês brasileiros, feitos artesanalmente e patrocinados por entusiastas da velocidade, ficaram lá nos anos 1990. Novatos até surgiram, alguns inclusive com a pretensão de levar o título de “primeiro superesportivo brasileiro”. Mas até agora nenhum deles vingou. Lembra do Vorax? O carrão de estilo invocado causou frisson no no Salão de São Paulo de 2010. Além do visual, o cupê prometia entregar até 750 cv, na versão com motor 5.0 V10 supercharger biturbo. À época, cada unidade sairia pelo preço de R$ 700 mil. O projeto empolgou, mas o carro não ganhou as ruas.
Depois dele, veio o cupê DoniRosset. Anunciado em 2012 pelo estúdio paulista Amoritz GT, o projeto do bólido “made in Brazil“ incluía enorme bloco 8.4 V10 biturbo de Dodge Viper capaz de gerar 1.007 cv. Força bruta suficiente para tirá-lo do chão, mas pelo jeito não do papel. Estimado em R$ 2 milhões, a carrão chegou a ganhar um protótipo de argila no ano passado, mas não uma versão preliminar de fato. A promessa e a espera pelo supercupê brasileiro continuam.
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| LOBINI H1: Criado em 2005, o Lobini era feito em Cotia (SP). Trazia portas automáticas com abertura para cima e um bloco 1.8 turbo de 180 cv herdado do VW Golf. |
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| Puma GTB S: Assim como o GT, o modelo de 1975 trazia mecânica de Opala, mas com novo chassi. O motor seis cilindros de 171 cv garantia desempenho de esportivo europeu. |
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| Hofstetter: O estilo futurista incluía portas asa de gaivota. Era equipado com o motor VW 1.8 de quatro cilindros a álcool, turbinado para entregar 140 cv. |
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| Miura: Nos anos 1980, o esportivo gaúcho da Besson-Gobbi era objeto de desejo. Tinha regulagem elétrica para o volante e pedais ajustáveis. Mas a performance era modesta. |
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| Emme Lotus 422: Lançado em 1997, esse sedã brasileiro seria capaz de rivalizar com os importados. Mas não passou de enganação. A empresa surgiu e sumiu sem deixar vestígios, apenas uma história mal contada. |
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